quinta-feira, 27 de junho de 2013

SER PROFESSOR DE GEOGRAFIA...


SER PROFESSOR DE GEOGRAFIA...
     (26/Junho/2013)
É ESTAR SEMPRE CONECTADO, COM O MUNDO GLOBALIZADO
É VIVER O PRESENTE QUE ESTA EM CONSTANTE RENOVAÇÃO
É DESSARUMAR O MUNDO, E REFAZÊ-LO DE UM JEITO IRADO... 
SER PROFESSOR DE GEOGRAFIA...

 É AQUELE QUE ENSINA ATRAVÉS DOS SONS, CORES, IMAGENS
QUE USA PALAVRAS DA CARTOGRAFIA, DE BELAS PAISAGENS
PARA TRANSMITIR AOS SEUS ALUNOS SUAS MENSAGENS... 
SER PROFESSOR DE GEOGRAFIA... 

É AQUELE QUE QUEBRA  AS FRONTEIRAS DA IGNORÂNCIA
NÃO COM RESPOSTAS ÓBVIAS, MAS QUE ENSINA PENSAR
É AQUELE QUE DE REPENTE APRENDE, APRENDE ENSINAR 
É AQUELE QUE DEMONSTRA ATRAVÉS DA LOUSA FRIA
A SOCIEDADE POLÍTICA INERTE, CORRUPTA, VAZIA.... 
PROFESSOR DE GEOGRAFIA, MENTOR DE LUTAS SOCIAIS,
SUA VOZ É A VOZ DAS RUAS, INSERIDAS NAS MASSAS,
DESTACADAS NA LUTA PELOS DIREITOS IGUAIS. 


Autor: Carlos Assis Gamarra                                   
 




 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

ROSAS SÃO LINDAS...

Rosas são lindas... Rosas perfumam o ambiente,
Rosas embelezam e alegram o coração da gente.
Rosas perfumam nossas mãos, deixa-nos contente,
Rosas lindas, quando ferem, marcam profundamente.
 
                                   Rosas são as mulheres, que amam na chuva ou sol
Rosas expostas nas ruas dão vida serena ao arrebol
Rosas sois mulheres; Rosa, pois assim elas querem
Rosas vermelhas, fragrância de mulheres apaixonadas
 Rosas amarelas são sentimentais como as enamoradas
Rosas brancas, puras, como olhar das moças recatadas
Rosas lilás, cheias saudades, quantas recordações trás.
Rosas meninas adolescentes, pétalas esvoaçadas ao vento
Rosas mulheres amantes, são rosa nos jardins inconstantes
Rosas sois mulheres... Inquietas de amores borbulhantes!!! 
 
  by_CARLOS ASSIS GAMARRA 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

ESCOLA QUE TEMOS E A ESCOLA QUE QUEREMOS


ESCOLA QUE TEMOS E A ESCOLA QUE QUEREMOS
 

A ESCOLA QUE TEMOS...
                                                  Que induz as crianças ao decoreba
Que cria regras e educa-se com a régua
Que premia o eficaz e diminuiu o incapaz.
 

 A ESCOLA QUE QUEREMOS...
Inclui o Diferente entre os iguais,
Mostrando o caminho... Oferecendo os ombros,
para que o educando possa escolher horizontes.
                                             
 A ESCOLA QUE TEMOS...
Induz a cópia do passado sem indagar nada,
Memoriza o problema, não focando a solução
Sugerem retóricas e filosofias ultrapassadas.
 
                                                       A ESCOLA QUE QUEREMOS...
Promove o diálogo entre culturas e etnias,
convivendo com diferentes saberes e ideias
ensina hoje, preparando educando para vida.
                                                                
 
                                                          A ESCOLA QUE TEMOS...
É arcaica, sua pedagogia e pura demagogia e
na prática não funciona. A geografia é uma fria
A histórica é chata, a matemática é uma falácia,
Ciências nem pensar, Língua portuguesa isolar.
 

A ESCOLA QUE QUEREMOS...
A Geografia é hiper global, a História é Universal,
Ciências é a Biodiversidade pura... Arte é Cultura,
                                     
                                 Língua portuguesa é arte mágica de se reinventar
A Educação Física é maneiro, é ginga pura...
A Matemática nesta Escola é... Show de bola...
A Galera toda curte uma Escola acolhedora!
Onde a matéria é o conteúdo de uma vida toda!!!

By Carlos Assis Gamarra
30/Maio/2013


 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

EU, POETA...


Quantas flores, no Jardim da desilusão
Morre-se aos poucos de desvarios,
Quantas  sensações  perdidas no tempo
Morre-se vagando entre confessionários

 Quantas  flores roxas beijadas pela morte
destinadas aos jovens iniciantes no Amor,
Quantas vozes perdidas,  gemidos fortes...
 
Quantos jovens na noite querendo transar
Quantos jovens bêbados sem preservativos
Olha a lua meia noite, é dia de luar dos lobos
 
Junta os cacos, rebele-se contra o sistema,
mas não esqueça o lema... Ame Idiota, AME!

A lua tomou conta da noite, veneno no corpo

Bruxos sugam  jovens ninfetas desavisadas
O desejo perambula bêbado pelas esquinas
Diabo canta nos barzinhos nas madrugadas

 São crianças  querendo  diversão  na noite,
viciando-se nos banquetes das desilusões,
tenra idade... Jogada na boca dos cafetões

No último gole, a poeira do alcatrão desgasta,
rompe violentamente o hímem da inocência, 
vozes angelicais gritam, todos se calam e ri...
 
Uma voz abafada da ninfeta violentada clama,
em porões de cassinos e castelos dos barões,
Os gângsteres zombam do ECA, dizem em si:

 A Sociedade hipócrita, nada diz: Não reclama!

 

 
 
 
 
 
 
 

A lua passa... A lua repassa... A lua ingrata avança,
Eu, Poeta... Bebo da indiferença, crendo na crença 
que um dia a lua volte, sem orgias em suas andanças
 
 
  
 
 
 
 
 

 
 

 

 

 

 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Era uma vez um... Elefante....


Era uma vez um... Elefante....
 
Que vivia  feliz na savana africana
Que sorria feliz na savana africana
Que comia capim de montão e deitava na relva;
Que brincava de montão de esconde_ esconde na selva

Elefante que gostava de rolar na lama
Ao pôr do sol deslizava sua tromba e corria,
junto as árvores e delas fazia a sua cama.
 Um dia chegou um homem gorducho

Com a cara amarrada... Barba ruiva!
Capturou o Elefantinho com gancho,
Feriu-o, ele implorou pela sua mãe...
 
Sedaram-no e colocaram em uma grade de ferro
Saiu da África, deixou a savana o seu bem maior
O elefantinho percorreu os sete mares aos berro
 

















Na cidade grande, rodeado de gente sorridente
Não entendia porquê as crianças o rodeavam...
Foi ficando bravo e entendiado daquela gente.
 
O Elefantinho não queria aquela fantasia de Dumbo
revoltou-se quando ferido, na  cidade fugiu e perdido,
percorria por ruas, vielas, a polícia encontro-o, atirou,
 
Ele levantou as patinhas e levou rajadas de chumbo,
Antes de morrer ele disse algo, assim ele suspirou:
“As mãos que matam animais indefesos, carregam
para sempre o estigma da dor, do abandono e solidão”